Fundação Cultural Cassiano Ricardo


O bate-papo sobre o filme "O Beijo da Mulher Aranha" acontece no sábado dia 15 / Foto: Divulgação

 

O Pontos MIS apresenta três sessões de cinema seguida de bate-papo online com especialistas da área em maio. Os bate-papos são abertos ao público e acontecem a partir do próximo sábado (15), às 18h, ao vivo, no canal do YouTube do Museu da Imagem e do Som (youtube.com/missaopaulo). Já os filmes podem ser acessados após inscrição em formulário online. 

A programação conta com a exibição de filmes da Mostra Babenco: “O Beijo da Mulher Aranha”, “Carandiru” e “Babenco - Alguém tem que ouvir o coração e dizer: Parou”, através de parceria com Spcine Play e HB Filmes. Confira abaixo a agenda completa e mais informações sobre cada filme.

Os bate-papos trazem membros da equipe dos filmes, pesquisadores da área, críticos de cinema, jornalistas e agentes cineclubistas para discutir sobre a obra e apresentar curiosidades da produção, como o Dr. Drauzio Varella e a atriz Bárbara Paz. Todos os debates contam com tradução simultânea em libras.

Essa programação é uma parceria entre o MIS (Museu da Imagem do Som) e a Fundação Cultural Cassiano Ricardo, por meio do Pontos MIS, um programa de circulação e difusão audiovisual que promove a formação de público e a circulação de obras do cinema.

 

PROGRAMAÇÃO

Bate-papo de Cinema Pontos MIS

 

Dia 15 de maio (sábado)

O Beijo da Mulher Aranha (dir. Hector Babenco, Brasil, Drama, 1985, 120 min)

Filme disponível a partir de 11h de 13/05 até 15/05 – inscrição pelo link

Bate-papo ao vivo no dia 15/05, às 18h, no canal do MIS no YouTube

Classificação: 16 anos

Sobre o Filme:

Esta produção representou um marco na emergência do cinema brasileiro no cenário internacional, além de ter sido a obra que lançou Sonia Braga no exterior. Falando em inglês, é brilhantemente protagonizado por William Hurt, vencedor do Oscar pelo papel de um presidiário que se alimenta dos antigos filmes de Hollwyood. Ele é Molina, um homossexual que divide cela com Valentim, revolucionário que foi gravemente ferido pelos carcereiros. Molina tenta mantê-lo vivo por meio de suas histórias fantásticas em que mistura fatos reais com trechos de filmes.

Bate-papo ao vivo com:

Simone Zuccolotto (jornalista, diretora, roteirista e crítica de cinema), Myra Arnaud Babenco (diretora da HB filmes e da Galeria Raquel Arnaud), Michelle Britto (cineclubista da Spcine) e mediação de Bruno Cucio (professor, cineasta, sócio da Travessia Filmes e coordenador pedagógico do INC)

 

Dia 22 de maio (sábado)

Carandiru (dir. Hector Babenco, Brasil, Drama, 2003, 145 minutos)

Filme disponível a partir de 11h de 20/05 até 22/05 – inscrição pelo link

Bate-papo ao vivo no dia 22/05, às 18h, no canal do MIS no Youtube

Classificação: 16 anos

Sobre o filme:

Um médico se oferece para realizar um trabalho de prevenção à AIDS no maior presídio da América Latina, o Carandiru. Histórias de crime, vingança, amor e amizade. Baseado no livro de Drauzio Varela. Seleção oficial no Festival de Cannes em 2003.

Bate-papo ao vivo com:

Dr. Drauzio Varella (médico, cientista e escritor) e Keila Pereira (cineclubista da Spcine) e mediação de Giuliana Monteiro (roteirista, diretora e mestre pela NYU, Tisch School of the Arts)

 

Dia 29 de maio (sábado)

Babenco - Alguém tem que ouvir o coração e dizer: Parou (dir. Bárbara Paz, Brasil, Documentário, 2019, 75 min)

Filme disponível a partir de 21h de 28/05 até 21h de 29/05 – inscrição pelo link

Bate-papo ao vivo no dia 29/05, às 18h, no canal do MIS no Youtube

Classificação: 14 anos

Sobre o filme:

“Eu já vivi minha morte, agora só falta fazer um filme sobre ela” – disse o cineasta Hector Babenco a Bárbara Paz, ao perceber que não lhe restava muito tempo de vida. Ela aceitou a missão e realizou o último desejo do companheiro: ser protagonista de sua própria morte. Nesta imersão amorosa na vida do cineasta, ele se desnuda, consciente, em situações íntimas e dolorosas. Revela medos e ansiedades, mas também memórias, reflexões e fabulações, num confronto entre vigor intelectual e fragilidade física que marcou sua vida. Do primeiro câncer, aos 38 até a morte, aos 70 anos, Babenco fez do cinema remédio e alimento para continuar vivendo. Tell me when I die é o primeiro filme de Bárbara Paz mas, também, de certa forma, a última obra de Hector - um filme sobre filmar para não morrer jamais.

Bate-papo ao vivo com:

Bárbara Paz (atriz, diretora e produtora) e mediação de Giuliana Monteiro (roteirista, diretora e mestre pela NYU, Tisch School of the Arts) e Vanise Carneiro ( atriz, diretora, educadora e preparadora de elenco).

 

Publicado em: 14/05/2021

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