Fundação Cultural Cassiano Ricardo

A 49ª Semana Cassiano Ricardo começa nesta quarta-feira (14), às 19h30, no Museu Municipal de São José dos Campos (Praça Afonso Pena, 29 – Centro, antiga Câmara Municipal)A com o tema “...depois destas andanças...”.

Na abertura, uma homenagem ao arquiteto Rosendo Santos Mourão, a posse da comissão permanente de estudos da obra de Cassiano, a entrega os prêmios do edital de composições do livro “Os Sobreviventes” e o lançamento da intervenção artística “Rotação”, de Leticia Kamada.

A Semana Cassiano Ricardo vai até 25 de outubro, com diversas atividades, entre palestras, exposições, saraus, shows, teatro e oficinas. Todas as atividades são gratuitas

O arquiteto Rosendo Santos Mourão vai receber o troféu Cassiano Ricardo, prêmio anual dado a importantes ícones regionais O cearense é pioneiro da arquitetura moderna em São José dos Campos. Ele trabalhou no projeto do CTA, ao lado de Oscar Niemeyer e é responsável por outros importantes projetos arquitetônicos privados e públicos da cidade como o Ginásio da Associação Esportiva São José, a Casa do Médico, a Urbam, a Etep, a Eaton, entre outros prédios.

Na mesma noite será entregue também a premiação para os 10 vencedores do edital de composições musicais do livro “Os Sobreviventes. Eles vão participar da gravação de um CD, que será lançado no próximo ano.

Outra atração será a posse da Comissão Permanente de Estudos da Obra de Cassiano, que tem o intuito de aprofundar os estudos sobre o poeta joseense e difundir sua obra.

Também haverá a abertura da intervenção artística “Rotação”, de Leticia Kamada. Nesta obra montada tanto na parte externa, a artista pretende despertar no transeunte o sentimento poético e a experiência corporal por meio dos versos de Cassiano Ricardo.

Cassiano Ricardo

O poeta, jornalista e escritor Cassiano Ricardo Leite nasceu em 26 de julho de 1894 em São José dos Campos e faleceu em 14 de janeiro de 1974 no Rio de Janeiro.

Ele foi um dos líderes do movimento pela Semana de Arte Moderna de 1922 e ocupou a cadeira nº 31 da Academia Brasileira de Letras.

Entre suas obras estão “A Flauta de Pã” (1917), “Vamos Caçar Papagaios” (1926), “Borrões de Verde e Amarelo” (1927), “Martim Cererê” (1928), “O Sangue das Horas” (1943), “Um Dia Depois do Outro” (1947) e “Jeremias Sem-Chorar” (1964) e “Os Sobreviventes” (1971).

 

 

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